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CDA é a Clínica de Dermatologia  e Cirurgia Estética líder em algumas áreas de intervenção —  cuidamos da saúde da pele dos nossos pacientes desde 1985.

Fundada pelos distintos Drs Orlando Martins e António Picoto é hoje uma referência na sua área de actuação.

Oferecemos cuidados proativos em saúde da pele e de alto padrão em medicina estética num ambiente seguro e confortável.

Na CDA a sua saúde é a nossa prioridade e asseguramos-nos de atender a todas as suas necessidades de forma eficiente.

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Botox. 
Útil saber.

27 de fevereiro de 2019

Também conhecido como Toxina Botulínica tipo A, o Botox é um relaxante muscular que permite atenuar ou eliminar as rugas de expressão, mantendo o seu efeito até 6 meses. No entanto, apesar de se tratar de uma técnica segura, muitos são os que ainda mantêm algumas reservas quanto à sua utilização. Esclarecendo alguns mitos.

A toxina botulínica tipo A pode ser utilizada para aumentar o volume dos lábios.

Mito. A toxina botulínica não é um volumizador. Não altera o volume do local onde é aplicada. É um relaxante muscular.

A toxina botulínica tipo A pode paralisar o músculo, deixando o paciente sem expressão.

Verdade. Numa dose inapropriada e quando é administrada com uma má técnica, pode acontecer. Quando é administrada por profissionais experientes e certificados, este efeito adverso é evitado.

A toxina botulínica tipo A pode ser viciante.

Mito. Não induz qualquer tipo de vício. O resultado do tratamento é tão satisfatório que a paciente poderá querer repetir para manutenção dos resultados.

Os cremes anti-rugas oferecem resultados similares ao tratamento com a toxina botulínica tipo A.

Mito. Os cremes são aplicados topicamente e nunca conseguirão atingir, numa pele integra, a profundidade da ação de uma substância injetável. Além disso, os resultados da ação são incomparáveis.

A toxina botulínica tipo A pode substituir uma cirurgia plástica.

Mito. A toxina botulínica pode ser um adjuvante de uma cirurgia plástica. Não poderá substituí-la.

Os efeitos da toxina botulínica são imediatos.

Mito. Os efeitos começam a notar-se nos primeiros 3-4 dias e o pico do tratamento é atingido aos 15 dias.

A toxina botulínica oferece outros benefícios além do rejuvenescimento facial.

Verdade. Além de relaxar os músculos da região frontal, a toxina contribui para diminuir a oleosidade da pele ao interferir com a secreção das glândulas.

É também uma importante arma terapêutica no tratamento da hiperhidrose (suor excessivo) nas axilas, palmas das mãos e plantas dos pés.

A toxina botulínica pode ser aplicada em qualquer parte do rosto com rugas.

Mito. O uso da toxina está aprovado para a utilização na testa e nas linhas do canto dos olhos (pés de galinha). A sua utilização noutras regiões faciais não é aprovada e quando é realizada por alguém não certificado e com experiência poderá ter consequências nefastas (por exemplo, perda da continência oral e alterações da fala).

O tratamento com a toxina botulínica é indicado para homens e mulheres.

Verdade.

O tratamento com toxina botulínica pode ser feito por pessoas de todas as idades.           

Mito. Só está aprovado na idade adulta e até aos 65 anos.

Sofia Esteves dos Santos in wwwAtlas da saúde.pt

Foto: ShutterStock

Nota: As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião da sua Médica.

Preenchimento com 

Ácido hialurónico

17 de Junho de 2019

O preenchimento dérmico com ácido hialurónico é um dos tratamentos mais procurados e também dos mais eficazes para preencher ou atenuar rugas e dar volume ao rosto. Deslindamos alguns mitos sobre o tema. Saiba por exemplo que, desde que a pele esteja saudável, este tratamento não apresenta contraindicações.

1. Se repetir muitas aplicações com ácido hialurónico, o tratamento acaba por perder o efeito.

Não. Os resultados são cumulativos. A qualidade da pele vai melhorando.

2. A região onde o ácido hialurônico é aplicado perde a sensibilidade.

Falso. Transitoriamente, na altura da aplicação pode haver alterações da sensibilidade porque algumas formulações com ácido hialurónico contêm anestésico local para tornar mais comoda a sua aplicação.

3. A aplicação em excesso da substância compromete a expressão facial.

Falso. Não há qualquer interferência com a componente muscular ou nervosa do rosto.

4. O ácido hialurónico não pode ser aplicado em qualquer tipo de pele.

Desde que a pele esteja saudável, não há contraindicações.

5. A aplicação pode deixar hematomas ou edemas na pele.

Verdade. Mas se a aplicação for realizada por profissionais certificados e experientes esse risco é minimizado.

6. Aplicação de ácido hialurónico é mais recomendada que a toxina botulínica

São substancias diferentes com formas de atuação diferentes e com efeitos terapêuticos distintos. Ambas são igualmente recomendadas. São, frequentemente complementares.

7. Só as rugas estáticas podem ser tratadas com preenchimento.

As rugas estáticas podem ser melhoradas com o preenchimento dependendo da sua gravidade. Quando se associam a excesso cutâneo, a melhor solução é, frequentemente cirúrgica. As rugas dinâmicas também podem ser melhoradas com AH. Nas pacientes que não estão confortáveis com a toxina botulínica ou que têm contraindicações para a aplicação da mesma, o AH pode corrigir as rugas da região frontal, por exemplo.

8. A aplicação de ácido hialurónico é dolorosa.

Não. Desconfortável, mas não dolorosa.

9. Todos os ácidos hialurónicos são iguais.

O ácido hialuronico é só um, pode existir em formulações com concentrações ou densidades diferentes que têm também finalidades diferentes.

10. Ácido hialunórico e botox produzem os mesmos efeitos.

Não. Tem formas de atuação distintas: botox relaxa músculos e o AH hidrata a pele e confere volume.

Sofia Esteves dos Santos in wwwAtlas da saúde.pt

Foto: ShutterStock

Nota: As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião da sua Médica.

PEELINGS - O que precisa saber.

O peeling químico é uma técnica ancestral bem conhecida para tratar diversas alterações ou imperfeições da pele. Fotoenvelhecimento, pequenas rugas, pigmentação irregular, acne ou até mesmo estrias podem ser melhoradas e tratadas com esta técnica.

Atrasar o envelhecimento, manter a jovialidade e um aspecto saudável são os principais motivos que levam muitas mulheres (e também muitos homens!) a recorrer a tratamentos de estética para corrigir imperfeições.

O facto de não necessitarem de um bloco operatório para que possam ser realizados e não deixarem marcas, faz com que os tratamentos não invasivos associados à medicina estética sejam cada vez mais procurados.

No entanto, especialistas, alertam para a necessidade de escolher profissionais reconhecidos e com larga experiência na área, a fim de evitar complicações. “Muitas vezes erroneamente associados à ausência de risco, estes procedimentos comportam riscos como qualquer técnica ou intervenção e por isso a importância de serem realizados por profissionais qualificados e certificados para o efeito”, afirma.

Os peeling químicos, que consistem na aplicação de substâncias químicas sobre a pele que induzem uma renovação celular, são um dos tratamentos indicados para tratar diversas alterações da pele. “Fotoenvelhecimento, manchas pigmentadas, cicatrizes de acne, flacidez cutânea, estrias, poros dilatados, rugas finas”, enumera a especialista.

Para além de estimularem o crescimento de uma nova pele, os peelings melhoram a textura e a aparência do rosto.  No entanto, “os resultados variam com o tipo de peeling. Peelings profundos e médios podem ter uma longevidade de anos enquanto o peeling superficial deve ser renovado várias vezes ao ano”.

Do mesmo modo, o  tempo de recuperação depende da profundidade de ação do tratamento. “Mas há sempre um tempo de recuperação, quanto mais não seja porque a pele fica mais sensível depois da ação química”.

O que deve saber sobre os peelings

A pele cai sempre depois de um peeling?

Nem sempre, e se assim for não significa que os componentes químicos do peeling não tenham atuado.

O peeling pode causar queimaduras no rosto?

Pode. Uma má preparação da pele a tratar, a escolha incorreta do produto aplicado (tipo de formulação química, concentração) e uma má técnica podem causar problemas graves. É fundamental que estes tratamentos sejam realizados por profissionais certificados e experientes. Só assim as condições de segurança ficam garantidas.

Os peelings só servem para rejuvenescer o rosto?

Os peelings são uma arma terapêutica importante no rejuvenescimento facial, porém podem ser uma ferramenta terapêutica quando há hiperpigmentações cutâneas e cicatrizes.

Não posso apanhar sol depois de fazer um peeling?

Não. É fundamental a evicção solar nos primeiros 15 dias depois de um peeling, assegurando sempre a colocação de protetor solar fator 50 quando ocorrer a exposição solar.

Os peelings só são indicados para quem tem uma pele mal tratada?

Os peelings têm uma ação preventiva muito eficaz no processo de envelhecimento e quando devidamente aplicados, por profissionais certificados e experientes são ótimos aliados da saúde da pele.

Os peelings são permanentes?

Não. Nunca deverão ser agressivos ao ponto de causar resultados permanentes.

Qualquer um pode fazer um peeling?

Atualmente existem formulações muito seguras e por isso podemos dizer que sim, qualquer um pode fazer um peeling.

Basta uma sessão de peeling para alcançar resultados?

Uma sessão já permite que se vejam alguns resultados mas é o trabalho cumulativo, ao longo de algumas sessões que nos traz o resultado pretentido. Como já foi dito, estes tratamentos são temporários e não queremos uma agressividade tal que deixe marcas permanentes por isso, é mais seguro e correto uma abordagem gradual e controloda.

O peeling deixa cicatrizes?

Se for realizado por profissionais certificados e experientes não.

Limpeza de pele e peeling são a mesma coisa?

São incomparáveis.

Sofia Esteves dos Santos in www.atlasdasaude.pt

Foto: ShutterStock

Nota: As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião da sua Médica.

PRP - Fatores de crescimento.

PRP - Fatores de crescimento ou Plasma rico em plaquetas.

As plaquetas são um importante reservatório de fatores de crescimento do corpo e interferem em inúmeros processos, tais como a coagulação, a resposta imune ou a cicatrização.

Dentro dos grânulos das plaquetas podem-se encontrar diferentes fatores de crescimento.

“Atualmente, é possível obter concentrações significativas desses fatores sob a forma de uma solução que pode ser usada em diferentes contextos clínicos. O «PRP», ou platelet rich plasma, é um concentrado plaquetário autologo (isto é, do próprio) num pequeno volume de plasma. A eficácia clínica deste preparado depende essencialmente do número de plaquetas e da concentração dos seus fatores de crescimento”.

Estas pequenas moléculas atuam em diferentes processos na regeneração dos tecidos podendo ter diferentes “aplicações”. São utilizadas, nomeadamente, no tratamento de feridas crónicas, cicatrizes e queda de cabelo.

“Pelo seu potencial reparador e regenerador são uma «arma» terapêutica eficaz no processo de envelhecimento.

Plasma rico em plaquetas é produzido a partir do sangue do próprio paciente em que será utilizado. Os passos básicos são os seguintes:
Coleta do sangue do paciente;

  • Adição de citrato para evitar coagulação antes do PRP ser preparado;

  • Centrifugação, uma ou duas vezes. Este processo separa as células brancas e vermelhas do plasma e plaquetas. O tempo de centrifugação, a velocidade e o número de centrifugações interferem muito na concentração final de plaquetas e eficácia;

  • Ativação do coágulo.

A ativação da coagulação é tradicionalmente realizada com trombina. Esta ativação causa a degranulação com libertação dos fatores de crescimento. Cerca de 70% dos fatores serão libertados em 10 minutos e quase 100% em 1 hora. Portanto, o PRP deve ser injetado logo após a ativação da coagulação.

É importante ressaltar que o método utilizado na produção do PRP pode influenciar significativamente os resultados obtidos.

A incontinência urinária é uma queixa feminina que aumenta com a idade e na menopausa. De acordo com as últimas pesquisas, cerca de 17% das mulheres têm IU.

Atualmente são muitos os tratamentos com cirurgias locais, exigindo à paciente repouso ou inserções de Fitas. Com a utilização do laser da nossa Clínica, as aplicações são feitas em regime ambulatório, sem desconforto, sem cortes, sem sangrar nem cicatrizes, com rápida recuperação e reinício saudável de atividades sexuais. O procedimento a laser tem resultados com índices de 86% de satisfação das pacientes de acordo com publicações no “Minimally Invasive Laser Therapy for Stress and Mised Urinary Inconinence in Women” e apresentado no Congresso Mundial de Uroginecologia em Dublin (2013). Trata-se de um tratamento a laser não ablativo (não queima), fracionado, que é colocado dentro da vagina por uma ponteira especial e a partir daí é emitida uma luz que estimula a parede, melhorando a hidratação e também a formação de colágeno. O tratamento clínico procura reabilitar as estruturas pélvicas e tem como vantagem o baixo índice de complicações e um ganho secundário, melhora o desempenho sexual da mulher. Assim se consegue o tratamento deste problema sem haver recurso a cirurgia, cortes, hospitalizações e além disso, o procedimento pode ser repetido quantas vezes for necessário.

Este procedimento é superior aos métodos convencionais, primeiro por ser realizado em regime ambulatório sem hospitalização. Segundo por não haver necessidade de anestesia. Peça informações pelo telefone: 218 452 779

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